quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Nossa mãe! O PIG descobriu a pólvora
Só agora?
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
[Fwd: Terrorismo israelense em Gaza deve ser condenado e derrotado]
primeiras horas de sábado, dia 27, procurando atacar a infra-estrutura
desta região palestina, dirigida pelo movimento Hamas.O resultado
parcial até agora é a morte de 280 moradores e mais de 900 feridos. A
ofensiva de Israel é a mais virulenta em 40 anos de conflito
palestino-israelense, e os ataques foram condenados por vários países e
movimentos pacifistas do mundo inteiro. O próprio governo brasileiro
denunciou a ''desproporção'' da retaliação israelense frente os obuses
lançados pelo movimento Hamas na fronteira com Israel.
Ler mais> vermelho.org<http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=48908>
Terrorismo israelense em Gaza deve ser condenado e derrotado
primeiras horas de sábado, dia 27, procurando atacar a infra-estrutura
desta região palestina, dirigida pelo movimento Hamas.
O resultado parcial até agora é a morte de 280 moradores e mais de 900
feridos. A ofensiva de Israel é a mais virulenta em 40 anos de conflito
palestino-israelense, e os ataques foram condenados por vários países e
movimentos pacifistas do mundo inteiro. O próprio governo brasileiro
denunciou a ''desproporção'' da retaliação israelense frente os obuses
lançados pelo movimento Hamas na fronteira com Israel.
Ler mais > vermelho.org <http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=48908>
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
A receita tucana para a crise
(artigo publicado no Jornal do Brasil, em 18 de dezembro de 2008)
O jornal O Estado de S. Paulo, em matéria publicada no dia 11, informa que o Instituto de Estudos de Política Econômica da Casa das Garças, centro de estudos carioca dirigido pelos economistas Edmar Bacha e Ilan Goldfajn, publica, em sua página na internet, um livro virtual sobre a crise, com artigos de 18 dos mais conhecidos economistas do país. Intitulado "Como Reagir à Crise? Políticas Econômicas para o Brasil", o trabalho, organizado por Bacha e Goldfajn, reúne artigos de Pedro Malan, Armínio Fraga, André Lara Resende, Gustavo Franco, Alkimar Moura, entre outros, além dos próprios organizadores.
Sugiro que leiam a página e tomem conhecimento das propostas para enfrentar a crise dos principais teóricos do PSDB, todos ex-membros do governo FHC.
Ler mais > A receita...
domingo, 21 de dezembro de 2008
Roda Viva Morta
Carta Capital que chega às bancas, na seção Brasiliana, faz uma análise imperdível do comportamento do paladino da democracia brasileira, o loquaz Gilmar Mendes, e sua participação no programa Roda Morta da TV Cultura.
A certa altura, Carta pergunta "por que a extensa agenda em São Paulo, iniciada com uma homenagem na Fiesp, na sexta feira, 12, e concluída no Roda Viva, salpicada de visitas a empresas de comunicação?" Pena que Mendes carregue dentro de si um pequeno déspota.
Ler mais > Conversa Afiada
sábado, 20 de dezembro de 2008
Na onda verde, a Ecofont
A simbologia de um sapato
Por Lejeune Mirhan
Al Zaide é jovem mesmo. Tem apenas 29 anos. Foi, ainda sob o governo de Saddam Hussein, presidente de uma entidade estudantil.
. . .A frase que ele proferiu, gravada ao vivo por todas as emissoras presentes foi: "É o seu beijo de despedida do povo iraquiano, seu ....
Ler mais > Al Zaide
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Notícia boa não vende jornal
Um olhar enviesado para a América Latina
Por Luciano Martins Costa em 16/12/2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
ICARABE
Por José Farhat
O Gallup informou semana passada que 63% dos israelenses e 66% dos palestinos continuam apoiando o processo de paz. No entanto, nem tudo é esperança, pois somente 29% dos israelenses e 18% dos palestinos entrevistados acreditam que uma paz duradoura é possível.
Esta matéria compõe o boletim do ICARABE, que reune grande número de matérias e comentários, assinadas por gente de peso do mundo árabe. Vale a pena adicionalo em seu FAVORITOS
Ler mais:
Nenhum vírus encontrado nessa mensagem recebida.
Verificado por AVG - http://www.avgbrasil.com.br
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quarta-feira, 26 de novembro de 2008
As músicas da novela Pantanal
domingo, 23 de novembro de 2008
Eta FHC !
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
No Tuca
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Custeio do Memorial
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Que tristeza.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
A greve continua. E agora Zé?
domingo, 9 de novembro de 2008
OCUPAR AS REDES DE RÁDIO E TEVÊ
Por Marcelo Salles - salles@fazendomedia.com
tem que ler: http://www.fazendomedia.com/2008/diaadia20081109.htm
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Aníbal
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Família vende.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Herói americano. Pois, não!
De novo as críticas ao Executivo
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Ponto de Vista
Tássia, recém-chegada de Moçambique, me enviou uma cronica escrita por Mia Couto, escritor moçambicano, tirada do seu liivro "Cronicando" escrito na década de 80. Após guerras, revoluções e anos de opressão, bem humorado escreveu:
A RUA DE PERNAS PRO AR
E foi o enormíssimo estrondo. No bairro, todos se inquietaram. Seria a guerra, ali chegada pé ante pé? Seriam morteiros, mortíferos? No estremunho dos lençóis fazia-se conta à morte.
Juvenal se levantou da cama, encandeou o escuro. A mulher, logo em reparos: ele que deixasse o mundo, ninguém lhe convidaria.
_ Não vês que há uma situação, mulher?
Ela insistia: nem situação não era. Quando muito aquilo seria um sonho, desses. Dona Evalinda costurava o marido ao seu medo. A escuridão, hoje em noite, é muito mortal. Mas, o Juvenal nem com isso. A esposa desfolhava o lençol em convite matreiro, lhe prometendo o mais quentinho da cama. Não, ele tinha que ir. Mesmo já cursara os treinos quase militares, desses destinados aos directores. A esposa riu desdenhosa. O Juvenal, com aquela vasta barriga, chumbara logo nos exercícios de placar. A pança charruava, em agrícolas funções.
_Tenho que ir ver o que se passa.
Evalinda lhe denunciou aquele esboço de valentia. A coragem dele era como os chifres do caracol: só saiam da boca para fora. Mas já Juvenal abrira a porta e rumara os passeios.
Na estrada lhe surgiu, extraordinário, o motivo do estrondo: um camião militar cambalhotado! As rodas ainda giravam bêbadas. Juvenal deu a volta ao veículo gigante, apreciando o insólito. Parecia um bicho verde-escuro nascido de um grande projecto, uma tartaruga prospectiva-indicativa. Olhou em volta: aquele acidente não tinha aparência. Não havia outra viatura, não havia desses postes do passeio que muito atrapalham a circulação nas estradas.
Juvenal espiou a cabina. O condutor, de cabeça para baixo, ainda remanescia ao volante. Parecia alheio à inversão da paisagem. Estivesse ele morto, suspeitou o residente. Fosse o motorista um mortorista. Mas a farda dele não transparecia mancha de sangue. Juvenal bateu no vidro, chamando a atenção do descondutor. Era um tipo de dimensões, a condizer com o camiãozarrão. Tão grande ele era que o uniforme figurava mais ser um unidisforme.
O homem se incomodou, desperto pelos toques na vidraça. Fingiu travar, rodou o volante como se ainda conduzisse. Que era? Como ousara aquele pedestre interromper a sua viagem? O pobre Juvenal logo começou de desculpar-se, tal era a verdade daquele motorista, posto em máxima dignidade, mesmo se de cabeça para baixo. O sinistrado entoou ameaças:
_ Não vês que somos um cortejo?
_ Um cortejo, pois claro, admitiu logo o Juvenal.
O senhor me seja doador de perdões, foi a minha esposa que me mandou ver o barulho.
_ Que barulho?
Pois, qual barulho? Ilusão da mulher, a Evalinda, ela devia de estar a ouvir as suas próprias mexas-mexas. Porque aquela noite, tão tranqüilinha, só oferecia silêncios. Juvenal rastejava submissionário.
_ Olha, ali está ela, de roupão. Vai para dentro, Evalinda, vai que aqui está cheio de cacimbo.
E sorriu-se para o condutor às avessas. Confessou: por momentos, acreditara que aquele camião se tivesse virado. Não, calma. Não estou a dizer que está. O que se passa, afinal é que a rua está de pernas para o ar. Aconteceu.
_Estou pedir guardar o camião.
Juvenal se admirou: de onde vinha aquela voz tão miúda? Olhou, era um moluwenw. O menino vestia-se de rasgões. _ Vai-te daqui, miúdo, suca, não incomoda o cortejo! Vai antes que apanhes.
_ Esse é seu filho? perguntou-se o acidentado.
Meu filho? Juvenal se indignou: será que tenho cara de calamitoso? Eu não sou um qualquer, espreite ali a minha fachada residencial, veja a garagem, aquele EME-ele-esse , novinho em página?
_Patrão, estou a pedir guardar o camião.
O motorista, então, saiu do camião. Deu uma cambalhota no ar, sacudiu os ombros, alisou a farda. Juvenal tentou uma simpatia:
_ Já o sangue lhe descia na cabeça?
O outro nem ouviu. Inspecionava os vizinhos que, agora, se concentravam no passeio. Falou, com voz patenteada: então vocês não se envergonhavam, numa altura dessas, em véspera do Congresso, apresentarem uma rua virada ao contrário? Cabisbaixinhos, os moradores se condoíam.
_ E agora, por punição, vocês todos vão meter esse camião de cabeça para baixo.
O Juvenal, predispronto, incitou a multidão a ser participassiva.
_Vamos gente. Vamos endireitar o camião.
Endireitar, não, rectificou o motorista. Virar, conforme a alteração da rua. E todos, homens e mulheres, se aplicaram a revirar o gigante de ferro. Concluída a obra, o motorista se meteu no veiculo e acelerou fumos. O camião se fez ao escuro.
Os vizinhos, emudecidos, trocavam muito espanto. Nunca ali se juntou tanto sentimentos. Os mais velhos suspiravam: pudessem eles repreender a vida! Foi então que, sobre o silêncio, se fez ouvir o esganiço do menino:
_Patrões, estou pedir guardar a rua.
Donos da Mídia
NASCE UMA FERRAMENTA PODEROSA A FAVOR DA DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO
Por Leandro Uchoas, da redação, 31.10.2008
Ler mais: http://www.fazendomedia.com/2008/diaadia20081031.htm
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Fw: Raloim que nada! Viva o Saci!
Raloim que nada! Viva o Saci!

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quinta-feira, 30 de outubro de 2008
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
p/ o Alexandre Garcia
"Base de apoio a Lula vai governar 72% do eleitorado brasileiro"
Os jornallões não tomam jeito
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Quem pede para atirar@
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Entrevistador tenaz
domingo, 19 de outubro de 2008
ainda da matéria do Ethevaldo
"Mais de um bilhão de fotógragos em epenas sete anos"
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
"Jornalismo sério"
terça-feira, 14 de outubro de 2008
A revista que virou panfleto
sábado, 11 de outubro de 2008
Direto na Fonte
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
As mulheres no cangaço & sertão perfumado
Por : Fatima Oliveira
Intriga-me e fascina-me a vida das mulheres do cangaço, pois, apesar das adversidades do cotidiano, o ar de feminilidade que os registros fotográficos mostram delas é de uma beleza exuberante, das roupas aos anéis e colares - como adornos das pistolas presas na cintura. Sem falar que eram as mulheres mais cheirosas do sertão.
Interessante matéria do portal Vermelho Online ler mais
Chicão Piracicabano
do Correio da Cidadania
| Frei Betto |
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Conversa de gagá ao pé do microfone
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Ainda bem, agora vou comprar um "aipod" da Phillis
Paulo Zottolo, na época presidente da Phillips e um dos pilares do fabuloso, grandioso e sensato movimento CANSEI, lembram? 50 pessoas na Praça da Sé! disse que "Não se pode pensar que o país é um Piauí, no sentido de que tanto faz como tanto fez. Se o Piauí deixar de existir ninguém vai ficar chateado", eu determinei a mim mesmo que não mais compraria um produto da empresa holandesa. Me permiti tão somente olhar sua garota propaganda - Sangalo.
Agora lendo o blog Balaio do Kotscho , fiquei sabendo que os holandeses cansaram do Zottolo, e ele não mais pertence a seu quadro de funcionários.
Isso me libera, e poderei comprar o "aipod" da Phillips, e tem um vermelhinho, para não perder o corado.
Mais um absurdo do STF
sábado, 4 de outubro de 2008
A imprensa neocon.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Pac
sábado, 27 de setembro de 2008
Quem disse?
Os perigos da demonização da PF
por Maria Inês Nassif
O corpo burocrático do Estado tende a reivindicar a representação da racionalidade, mas sequer a racionalidade é neutra. A Constituinte de 1988 deu autonomia ao Judiciário e ao Ministério Público e aumentou os controles sobre um aparelho policial hipertrofiado pela ditadura, obrigando a sua profissionalização. Ao longo dos 20 anos de amadurecimento democrático das instituições, ora uma, ora outra, avança sobre o espaço das demais, reivindicando para si a capacidade de agir racionalmente em nome do Estado.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
A quem interessa?
Oficial de Inteligência da Abin
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
do Correio da Cidadania
| Philip Goldberg, o separatista da Bolívia |
| Altamiro Borges |
| Os separatistas estavam convencidos de que o novo presidente não obteria 50% dos votos e seria forçado a renunciar. Só que o plano deu errado. |
do Correio da Cidadania
| Philip Goldberg, o separatista da Bolívia |
| Altamiro Borges |
|
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Do Correio da Cidadania
| Dicionário da Cidadania |
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terça-feira, 16 de setembro de 2008
Geraldo não toma jeito!
domingo, 14 de setembro de 2008
A mídia incentiva o golpte.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Correio da Cidadania
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Julgando para a arquibancada
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Alckmin estilinga tucanos - Crime ambiental ou eleitoral?
domingo, 7 de setembro de 2008
A VEJA NÃO TEM UMA MÍSERA PROVA DO GRAMPO
de Paulo Henrique Amorim
A Veja, a última flor do Fascio, entregou a vala negra que corta as suas páginas aos assinantes no início da noite deste sábado, em São Paulo.
. Esperava-se que a Veja oferecesse mais detalhes para esclarecer a "reportagem" da semana passada e que jogou lenha na fogueira do Golpe do "Estado de Direita".
. Como na semana passada, a Veja não tem um grama de informação.
. Hoje, ela oferece aos seus incautos leitores nada mais do que um conjunto de opiniões.
. A Veja e a IstoÉ desta semana não passam de instrumentos da estratégia de Daniel Dantas para abafar o câncer que instalou no sistema sangüíneo da República, concretizar a "BrOi" e embolsar um cala-a-boca de US$ 1 bilhão.
. Clique aqui para ler sobre o câncer metastático.
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/forum/Post.aspx?id=591










Os separatistas estavam convencidos de que o novo presidente não obteria 50% dos votos e seria forçado a renunciar. Só que o plano deu errado.
É de discutível legalidade as operações de policiais que, vexatoriamente e em plena via pública, submetem transeuntes a revistas de forma absolutamente indiscriminada. Claudionor Mendonça dos Santos. 